O foco do tratamento é controlar os valores da glicemia no sangue, em jejum ou não, e as alterações metabólicas associadas à doença. Além disso, é importante manter hábitos alimentares saudáveis e praticar exercícios.
- Plano alimentar – é o ponto fundamental de qualquer tratamento e tem como principal objetivo auxiliar o indivíduo a fazer mudanças em seus hábitos alimentares, permitindo um controle metabólico adequado e a normalização da glicemia.
- Atividades físicas regulares – o sedentarismo só agrava os efeitos do diabetes. Não se trata de realizar esforços exagerados. Procure caminhar ou escolha outra atividade que goste, mas sempre com acompanhamento médico.
- Medicamentos, hipoglicemiantes orais – são medicamentos úteis para o controle de pacientes com diabetes tipo II. São contraindicados nos pacientes com tipo I, para quem a insulina é a principal medicação, o que também se aplica aos pacientes com o tipo II que não respondem ao tratamento com hipoglicemiantes orais. Esses medicamentos só devem ser consumidos com prescrição e acompanhamento médico.
O rastreamento da doença
O rastreamento, a detecção e ao tratamento das complicações crônicas devem ser sempre realizados conforme diversas recomendações. Essa abordagem está indicada após cinco anos do diagnóstico do diabetes tipo I e no momento do diagnóstico do tipo II, repetido anualmente ou de acordo com orientação médica.
A investigação inclui:
- Exame de fundo de olho com pupila dilatada
- Microalbuminúria de 24 horas ou em amostra
- Creatinina sérica
- Teste de esforço
- Um adequada análise do perfil lipídico
- Pesquisa da sensibilidade profunda dos pés
- Exame completo dos pulsos periféricos.






